Fomos tomar café no Dunkin' Donuts de novo e já deu a sensação de ser nossa nova tradição por um tempo. Então a gente estava lá, de bobeira, quando esse casal de velhinhos, antes de entrar na loja, ficou namorando meu carro do lado de fora. Enquanto o senhorzinho comprava o café, a velhinha (tão pequenininha - ela de pé era do meu tamanho sentada) veio perguntar se o carro era nosso. O Sean falou que era meu e ela disse que é apaixonada por ele. Que até um tempo atrás ela adorava o Smart e dizia pra todo mundo que queria um daqueles, mas só pra ter na garagem e olhar pra ele todos os dias. Agora o favorito dela é o FIAT e que quando ela vê um, ela tem vontade de abraçar. Aí eu disse pra ela que eu amo meu carro e que eu dou um abraço nele todas as manhãs. Ela foi pra mesa dela e quando o marido chegou com a comida, eu ouvi ela dizendo pra ele que eu amo tanto meu carrinho que eu dou um abraço nele todos os dias. hihihi que bonitinha!
Depois que a gente acabou de comer, o Sean ainda foi puxar conversa com eles, e dá-lhe história!
Quando saímos de lá, passamos na Lowe, pra fazer um orçamento de quanto a gente vai gastar no piso, agora que a gente tem uma idéia das medidas da casa. Não é barato, não, mas ainda dá pra fazer a casa toda só com o tanto que a construtora ia cobrar no laminado.
A noite o Sean convidou o Brian pra jantar aqui, que ele ia fazer fraldinha. Infelizmente não ficou gostosa como de costume, mas a gente não tinha escolha. E depois que o Brian foi embora, encontrar a Yuki, o Sean veio me apresentar a proposta de alugar um dos quartos pro Brian. Tem gente que não aprende, mesmo. E eu expliquei pra ele, por A+B porque é que eu não quero fazer isso. E a coisa é simples assim:
Eu estou comprando a casa pra eu morar. Aceito visitas, mas não inquilinos. Ponto final.
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